Alibaba, IFC e Credit Suisse investem US$ 425 milhões na fintech WeLab

A maioria dos usuários da WeLab são indivíduos e pequenas empresas que não têm crédito estabelecido suficiente para retirar empréstimos de bancos tradicionais em baixa taxa de juros

Lucas Bicudo é repórter do Portal StartSe.

14 de novembro de 2017

A WeLab acabou de levantar o segundo tranche de sua rodada de Série B+, totalizada em US$ 425 milhões e liderada pela Alibaba Hong Kong Entrepreneurs Fund, World Bank’s International Finance Corporation (IFC) e Credit Suisse. A startup não divulgou seu novo valuation. O fundador e diretor executivo Simon Loong disse ao TechCrunch que ainda é cedo demais para compartilhar detalhes sobre planos de IPO, mas disse que “há muitas semelhanças entre as recentes empresas que se tornaram públicas e nós”.

A maioria dos usuários da WeLab são indivíduos e pequenas empresas que não têm crédito estabelecido suficiente para retirar empréstimos de bancos tradicionais em baixa taxa de juros e, normalmente, dependem de amigos e familiares ou programas de microcrédito. A plataforma da fintech, que permite enviar aplicações de empréstimo através de um aplicativo de smartphone, posiciona-se como uma alternativa mais eficiente.

Veja também: esse é um claro esforço de gigantes como Alibaba, IFC e Credit Suisse para se reinventar. A Nova Economia está revolucionando a cultura de gestão corporativa. A tecnologia tem desafiado modelos de negócios estabelecidos. As boas práticas de gestão e governança são importantes, mas não aceleram mudanças disruptivas. Existe um novo ecossistema de inovação que quer tomar o mercado dos incumbentes. Como juntar forças e se beneficiar dessa conexão, visando tanto a inovação radical, quanto a inovação incremental?  Não perca a oportunidade de conhecer o evento que a StartSe está promovendo sobre inovação corporativa via startups.

A startup foi fundada em 2013, reivindica 25 milhões de usuários e diz que processou um total de US$ 28 bilhões em empréstimos. Loong disse que os investidores desta rodada permitirão que a WeLab se associe a mais bancos para desenvolver produtos e serviços – já funciona com mais de 40 bancos e planeja expandir-se para o Sudeste Asiático.

A rodada também será usada para desenvolver suas capacidades de Inteligência Artificial e automação, que a fintech usa para detectar fraudes, reduzir seus custos operacionais e melhorar a experiência do usuário. Por exemplo, a Inteligência artificial gera seu bate-papo WeBot, o que a Loong diz que agora lida com 70% das consultas do serviço ao cliente da WeLab.

(via TechCrunch)

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