Como o Walmart usa machine learning para ajudar 140 milhões de consumidores

O Walmart possui 11.700 lojas e 140 milhões de clientes semanais em 28 países ao redor do mundo

Lucas Bicudo é repórter do Portal StartSe.

10 de novembro de 2017

Até os mais velhos podem aprender novos truques, desde que sejam inteligentes o suficiente e tenham as ferramentas certas. Fundado em 1962 – gerações antes da rival Amazon – o Walmart possui 11.700 lojas e 140 milhões de clientes por semana, em 28 países ao redor do mundo. Aqui no século XXI, o Walmart também se tornou o segundo maior varejista online.

Como tal, o Walmart está em uma posição singular para construir uma ponte entre suas operações de comércio eletrônico e sua rede global de lojas. Falando no MB 17 em julho desse ano, Laurent Desegur, vice-presidente de engenharia de experiência do cliente da WalmartLabs, disse que construir essa relação depende de alguns fatores: oferecer preços baixos, gerenciar riscos e não só ajudar os consumidores a encontrarem os produtos que estão procurando, mas fazer esse processo o mais conveniente possível.

“Estamos essencialmente criando uma ponte onde estamos aprimorando a experiência de compras através de machine learning”, afirmou. “É o que chamamos de relacionamento digital. Queremos garantir que haja uma experiência perfeita entre o que os clientes fazem online e o que eles fazem em nossas lojas”.

Confira também: esse é um claro esforço de uma gigante do mercado para se reinventar. A Nova Economia está revolucionando a cultura de gestão corporativa. A tecnologia tem desafiado modelos de negócios estabelecidos. As boas práticas de gestão e governança são importantes, mas não aceleram mudanças disruptivas. Existe um novo ecossistema de inovação que quer tomar o mercado dos incumbentes. Como juntar forças e se beneficiar dessa conexão, visando tanto a inovação radical, quanto a inovação incremental?  Não perca a oportunidade de conhecer o evento que a StartSe está promovendo sobre inovação corporativa via startups.

Atualmente, clientes possuem várias maneiras de comprar. O modo tradicional: eles podem ir até as lojas físicas. Eles podem receber entregas através das associadas do Walmart, que usam machine learning para encaminhar essas entregas de forma mais eficiente. Ou eles podem encomendar online e pegar na loja, evitando as filas.

Machine learning pode ajudar através de recomendações capazes de antecipar o que os clientes desejam. “Você não precisa ser cientista de foguetes para entender isso”, disse Desegur. “Com a tecnologia que estamos criando hoje através de machine learning, podemos criar a loja do futuro”.

No último trimestre, o e-commerce do Walmart cresceu 63% em relação ao ano anterior, já que as operações online da empresa, juntamente com a compra do rival Amazon Jet, no verão passado, impulsionaram suas vendas digitais. No mesmo dia que a Amazon ofereceu comprar Whole Foods Markets, o Walmart já se movimentou para comprar Bonobos, um varejista de moda masculina online, por US$ 310 milhões. Ambas as transações mostraram que a companhia está configurada para fazer negócios astutos para prosperar no comércio digital.

(via VentureBeat)

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