Conheça o hub de fintechs que fica dentro da bolsa de valores de Tel Aviv

Até o momento, o centro de inovação conta com 25 mentores especializados, 500 fintechs e US$ 650 milhões acumulados em fundos de venture capital

Isabela Borrelli é repórter do Portal StartSe

4 de julho de 2018

Não há dúvidas que estar em contato constante com o seu mercado de atuação é imprescindível para ter um negócio sempre atualizado. No entanto, esse hub de fintechs levou bem a sério essa questão. O The Floor Hub, primeiro hub de fintechs de Israel, fundou seu escritório no mesmo prédio da bolsa de valores de Tel Aviv, coração do mercado financeiro da região.

“Nós temos uma ótima cooperação com a bolsa de valores de Tel Aviv. Recentemente, nós anunciamos um projeto em conjunto para apoiar a adoção de blockchain pela bolsa, os planos começaram em março de 2017 e evoluíram para se tornar uma das iniciativas globais mais excitantes em blockchain”, revela Avi Cohen, CEO e cofundador do hub.

Até o momento, o centro de inovação conta com 25 mentores especializados, 500 fintechs e US$ 650 milhões acumulados em fundos de venture capital. O hub é focado em 12 vertentes: digital banking, mercados de capital, análise de big data, blockchain, soluções de IoT para bancos, insurtechs, pagamentos digitais, compliance, cibersegurança, anti-fraude, inteligência artificial, autentificação.

De fato, o foco em inovação é inegável. Segundo o CEO, inovação é uma mentalidade que precisa de uma gestão experiente para dar certo. Ingredientes que o The Floor tem de sobra: “O The Floor busca resolver problemas concretos dos nossos bancos, ou seja, somos uma empresa totalmente focada nos clientes que olha para o que ela pode resolver tanto com o ecossistema de fintechs quanto com as capacidades internas que alavancamos com projetos sob medida. Nós temos muitos anos de experiência com a indústria de fintechs e, portanto, destinado a trabalhar com startups que podem realmente causar um impacto no setor bancário”, defende Cohen.

As fintechs que estão no hub entram para trabalharem em cases específicos, impulsionadas pelos bancos globais parceiros, enquanto são avaliadas pela adaptabilidade de seus produtos ao redor o globo. Dois pontos principais para quem quer entrar são ter plataformas e soluções escaláveis e equipes excepcionais. Já para os bancos que desejam ser parceiros, a equipe do The Floor estará de olho nos que são de primeira linha e que possam trabalhar na formação do banco do futuro, com acesso a novos mercados, regiões geográficas, novas oportunidades e que tenham uma colaboração aberta com o ecossistema bancário do hub.

Para Cohen, o futuro do mercado financeiro é tech: “O futuro para o mundo financeiro é se adaptar à velocidade das mudanças e às novas formas de finanças, em sua maioria movidos pela tecnologia com novas ofertas, agilidade e serviços de segurança. O banco também assumirá novos papéis para proteger todos os recursos digitais e fazendo manutenção do seu papel como uma instituição confiável”. Ele garante, ainda, que o The Floor visa acompanhar essas mudanças, estando sempre à frente das inovações.

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